quinta-feira, 28 de julho de 2016

A IMPORTÂNCIA DA DOSAGEM DA CREATININA E DA UREIA!


Creatinina e ureia são duas substâncias presentes na corrente sanguínea, que podem ser dosadas através de exames de sangue quando se pretende fazer uma avaliação da função dos rins.
Quando os rins do paciente começam a funcionar de forma inadequada e a sua capacidade de filtrar o sangue fica afetada, as concentrações de ureia e creatinina no sangue tendem a ser elevar. Quanto mais alta for a creatinina sanguínea, mais grave é a insuficiência renal.

O QUE É CREATININA?

Nossos músculos precisam de energia para exercer suas funções. O “combustível” que gera esta energia é uma proteína chamada creatina fosfato, sintetizada a partir das proteínas da nossa alimentação. A creatina fosfato é produzida no fígado e posteriormente armazenada nos músculos.
A nossa musculatura está permanentemente em atividade, mesmo quando estamos em repouso. Isto significa que estamos o tempo inteiro consumindo creatina fosfato. A creatinina é uma espécie de lixo metabólico resultante deste consumo constante. Após a sua geração, a creatinina é lançada na corrente sanguínea, sendo eliminada do corpo na urina, através dos rins.
Resumindo este ciclo:
– proteínas ingeridas na dieta »» produção de creatina fosfato pelo fígado »» consumo da creatina fosfato pelos músculos para geração de energia »» produção de creatinina »» eliminação da creatinina pelos rins.

MAS POR QUE A CREATININA SERVE PARA AVALIAR A FUNÇÃO DOS RINS?

A creatinina é uma substância inócua no sangue, sendo produzida e eliminada de forma constante pelo organismo. Se o paciente mantém sua massa muscular mais ou menos estável, mas apresenta um aumento dos níveis de creatinina sanguínea, isso é um forte sinal de que o seu processo de eliminação do corpo está comprometido, ou seja, os rins estão com algum problema para excretá-la.
Se os rins não estão conseguindo eliminar a creatinina produzida diariamente pelos músculos, eles provavelmente também estarão tendo problemas para eliminar diversas outras substâncias do nosso metabolismo, incluindo toxinas. Portanto, um aumento da concentração de creatinina no sangue é um sinal de insuficiência renal.
A ureia é outra substância produzida no fígado, também como resultado da metabolização de proteínas da alimentação. Assim como a creatinina, a ureia também é eliminada pelos rins. Elevações nos níveis sanguíneos de ureia são um sinal de mau funcionamento dos rins. Geralmente dosamos ambas as substâncias para avaliar a função dos rins, mas a creatinina é mais específica e confiável.

Inúmeras doenças podem levar à doença renal crônica, mas seis delas correspondem a grande parte dos casos:
– Hipertensão
– Diabetes
– Rins policísticos
– Glomerulonefrites
– Infecções urinárias de repetição
– Cálculos renais de repetição 

QUAIS SÃO OS VALORES NORMAIS DE CREATININA?

Os níveis normais da creatinina variam entre 0,6 a 1,3 mg/dl. Porém, esses valores não são absolutos e devem ser interpretados pelo seu médico. Como a cretinina é produzida pelos músculos, pessoas musculosas apresentam taxas basais maiores. Um jovem esportista e musculoso pode apresentar até 1,4 mg/dl de creatinina sem ter doença renal, enquanto que uma senhora idosa e magra, com 1,2 mg/dl, pode ter rins doentes. Portanto, não se interpreta a creatinina como um valor absoluto. Deve-se levar em conta sexo, idade e peso do paciente. Em geral, porém, valores de creatinina acima de 1,5 ou 1,6 mg/dl são sinal de doença renal na imensa maioria dos casos.
Através do resultado da creatinina seu médico pode calcular a taxa de filtração renal (também chamada de clearance de creatinina), que é basicamente o volume de sangue filtrado pelo rim a cada minuto. Rins normais filtram até 180 litros de sangue por dia (aproximadamente 120 ml/min). Valores abaixo de 60 ml/min são indicativos de insuficiência renal crônica.

Fonte do Artigo EXAME DA CREATININA E UREIA

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Você sofre muito com as cólicas?



Atividade Física Reduz Dor da Cólica


Muitas mulheres sofrem mensalmente com as terríveis cólicas menstruais, aquela dor na região pélvica, antes ou durante o período menstrual. Também conhecida como dismenorreia, ela pode ser acompanhada de outros transtornos, como náuseas, dor de cabeça e indisposição. Alguns relatos afirmam que 60% a 80% das mulheres podem ser atingidas por esse problema. No entanto, desse número, 8% a 18% sentem um desconforto tão intenso que chegam a interromper suas atividades habituais.

A dismenorreia pode ter diferentes graus de intensidade de dor. Também pode estar presente tanto em situações onde não existem problemas físicos, quanto em casos onde realmente há presença de alguma doença, que deve ser investigada e tratada pelo médico ginecologista. Existem também outros fatores que podem ajudar no desencadeamento da dor, como por exemplo, o tamanho do útero, que quanto menor, maior a intensidade da dor.

Um dos grandes vilões da cólica são os maus hábitos alimentares e o sedentarismo. Estes fatores que podem agravar ainda mais a situação e a dor nessa fase.

A cólica normalmente pode ser tratada com o uso de antiinflamatórios não hormonais, anticoncepcionais orais, hormônios como a ocitocina, vitaminas e até agentes tocolíticos, usados para evitar um parto prematuro. Independente do tipo de medicamento usado, eles devem ser prescritos e analisados pelo médico ginecologista. No entanto, outra forma de tratamento da dismenorreia que vem sendo comprovada pela ciência envolve a prática de atividades físicas.

A prática de atividades físicas promove melhor funcionamento dos órgãos pélvicos e extrapélvicos, por adequar o metabolismo, o equilíbrio hidroeletrolítico, as condições hemodinâmicas e o fluxo sanguíneo, principalmente na região pélvica, o que contribui para reduzir significativamente a cólica menstrual. Além disso, a atividade física também pode promover efeito analgésico. Isso acontece por meio de mecanismos endógenos e de liberação de opióides, substâncias que agem aumentando o limiar da dor e diminuindo beneficamente a sua percepção.

Um estudo publicado na Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, com o objetivo de verificar a influência do nível de atividade física sobre a dismenorreia em mulheres jovens universitárias, com idade entre 18 e 26 anos, verificou que a prática regular de atividade física é eficaz na redução da dor decorrente de dismenorreia. Isso abriu espaço para opções de tratamento não medicamentoso. Outro estudo, porém ainda não publicado, aponta que exercícios físicos gerais e a prática de Pilates, realizados 2 vezes por semana em sessões de 50 minutos, pode, em 20 sessões, melhorar a qualidade de vida, diminuir a intensidade da dor e incapacidade, corroborando com a ideia de que a prática regular de exercícios físicos pode ajudar na dismenorreia de mulheres jovens.

Se você sofre muito com as cólicas, que tal começar hoje mesmo a prática de atividades físicas?
( Fonte do artigo: http://www.portalnatural.com.br/) 

terça-feira, 26 de julho de 2016

Cabelos bem cuidados e cheirosos!

15:55


Olá, minhas queridas amigas do Dicas Para Mulheres
Hoje quero compartilhar com vocês dois produtos
que resolvi comprar( resisti por certo muito tempo
essa marca)mas ao usar amei!

Desde que ouvi falar na marca TRESmmé,
só olhava com os olhos atravessados
pois meus cabelos são hiper,
ultra mega chatos, eles não
aceitam qualquer shampoo.

Não uso shampoos caros, 
por isso saio garimbando entre os 
populares algum que se ajuste
aos meus cabelos.

Esses dias eles estavam muito ressecados 
precisando de uma boa hidratação, fui ao salão deu uma 
melhorada, mas só do tipo de amo economizar, então pensei: 
Vou comprar uma mascara para hidratar com mais frequência os meus
cabelos, foi quando olhando os produtos me deparei com o DETOX 
e resolvi tentar e amei! 





Gente, simplesmente amei essa mascara de hidratação
 por dois belos motivos: Hidrata mesmo e o cheiro
que fica nos cabelos é tudo de bom.


Nota sobre o Detox: 
O Creme de Tratamento TRESemmé® Detox Capilar ajuda a cuidar das cutículas enfraquecidas e danificadas. Sua fórmula contém uma mistura de ingredientes botânicos, como chá verde e gengibre, conhecidos por suas propriedades antioxidantes, além de proteína do trigo. Não contém parabenos ou corantes¹. Para cabelos macios e suaves. Seguro para cabelos tingidos.


Através da compra do Detox capilar, voltei e comprei
o esse shampoo que também amei e 
os dois se ajustaram.



Como não vi no dia que fui comprar o shampoo, 
em breve sou adquirir o shampoo Detox também
e conto os efeitos dos dois juntinhos nos meu cabelos.



Beijos no coração

E cabelos bem cuidados
e cheirosos! 



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