sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O receio de tratar os sintomas da menopausa.

13:24
menopausa
imagem pixabay


Posso optar por não tratar os sintomas da menopausa?




Ao relatar para o médico sobre os sintomas da menopausa (até mesmo antes que ela realmente já tenha começado), muitos profissionais indicam imediatamente o tratamento dos sintomas.

Esse tratamento, normalmente, é indicado pelos médicos em forma de reposição hormonal. Muitas vezes, por se tratar de algo sintético e que oferece alguns riscos, muitas mulheres optam por não fazer, ou então ficam receosas. E é possível decidir por não tratar? Confira a resposta para essa pergunta em nosso post:

Posso optar por não tratar os sintomas da menopausa?


A resposta é: na verdade, sim. Por se tratar de algo que é relacionado ao corpo da mulher, ela tem autonomia para decidir não tratar os sintomas da menopausa, mesmo após a indicação médica.





O que pode acontecer se eu decidir não fazer o tratamento?


Como muitos dos sintomas da menopausa são bastante incômodos e desconfortáveis, é possível que você acabe tendo uma piora considerável da sua qualidade de vida.

Por exemplo, as ondas de suor diurnas e as ondas mais intensas noturnas, um dos sintomas mais comuns desse período, é responsável por diversas noites de insônia e pode acarretar em dias improdutivos, dores de cabeça, cansaço acumulado, mal humor, etc. Noites mal dormidas podem levar a problemas de estômago, cefaleias, aumento do estresse e até mesmo aumento da incidência de doenças cardiovasculares.

O mesmo ocorre com diversos outros sintomas que estão relacionados com a menopausa e que interferem em diversas áreas da vida, como, por exemplo, humor mais volátil, dores de cabeça, secura vaginal, etc.

Pode parecer simples decidir não tratar os sintomas da menopausa, mas se eles estiverem atrapalhando a sua vida pessoal e profissional ou então até mesmo a sua saúde, é melhor que você procure formas de tirar esses problemas da sua vida.

Mas aí vem o dilema: tratar os sintomas com hormônio sintético e correr o risco dos problemas secundários que podem ocorrer com o seu uso? Não. É possível eliminar os sintomas da sua vida e fugir dos efeitos colaterais do tratamento. Veja como:

Como tratar os sintomas da menopausa sem efeitos colaterais?


Para você que quer eliminar os sintomas da menopausa da sua vida, mas quer fugir também dos efeitos colaterais do tratamento de reposição hormonal sintética, é possível sim conseguir ambos de forma eficiente.

Uma opção para você é fazer o tratamento de reposição de forma natural, com produtos que não levam ao surgimento de efeitos colaterais e diminuem a incidência dos sintomas. Com isso você consegue ter a sua qualidade de vida de volta de forma tranquila e saudável, sem maiores problemas.







Esse tipo de tratamento utiliza as isoflavonas, substância encontrada no grão de soja e que são semelhantes ao estrogênio produzido pelo corpo da mulher. Ao ser metabolizado pelo organismo, as células absorvem as isoflavonas como se fossem o hormônio natural, funcionando como uma espécie de reposição hormonal.

Por isso aumentar o consumo de soja no seu dia-a-dia e/ou também usar suplementos a base dessa substância pode ajudar você a diminuir os problemas e melhorar seu cotidiano.

( Fonte do artigo: Herborisa.com.br


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A importância da vitamina B 12

Vitamina B 12


A VITAMINA B12



A vitamina B12, ou cobalamina, é um composto exclusivamente sintetizado por micro-organismos e atualmente é muito utilizado como um agente terapêutico devido á sua importância para a saúde. A vitamina B12 tem influência em praticamente todas as áreas do organismo humano, ela é uma coenzimanecessária para o metabolismo de todas as células reprodutivas e particularmente importante na formação do sangue, proteção dos nervos, multiplicação das células, sintetização do ADN, além de apoiar a produção de neurotransmissores, criação de energia e o metabolismo proteico. É especialmente relevante também na manutenção dos nervos, do equilíbrio energético e da saúde mental, a vitamina B12 vem ganhando um grande destaque e importância no tratamento de várias doenças.

A deficiência de vitamina B12 


O organismo humano absorve uma quantidade diária de vitamina B12 para se manter saudável. Uma vez que existem reservas da vitamina no fígado, esta não tem que ser obrigatoriamente ingerida todos os dias através dos alimentos, mesmo assim, a deficiência de vitamina B12 é uma condição surpreendentemente comum.




As razões mais habituais para este desequilíbrio estão relacionadas com falhas no processo de absorção da vitamina. A deficiência tem uma evolução rápida quando existem distúrbios nas mucosas gástricas e intestinais ou quando são ingeridos medicamentos que bloqueiam os seus processos.

Em outros casos, não são consumidas quantidades suficientes de vitamina B12 para as necessidades do organismo. Em determinadas circunstâncias, o organismo processa uma quantidade mais elevada da vitamina, e em outras não são consumidos produtos de origem animal em quantidade suficiente. Mesmo dietas consideradas saudáveis apresentam em muitos casos um teor baixo de vitamina B12. Vegans e vegetarianos, em especial, são grupos que apresentam grandes dificuldades em atingir os valores mínimos necessários para o equilíbrio dos níveis da vitamina, pois as suas dietas se baseiam em alimentos de origem vegetal. A deficiência de vitamina B12 pode causar sintomas incapacitantes e resultar em sequelas graves, mas quando detectadas nem sempre são associadas a este tipo de insuficiência vitamínica numa primeira abordagem.


O que é a vitamina B12?


A vitamina B12 pertence ao grupo das cobalaminas, denominação que remete para os seus iões de cobalto positivos centrais e esses são os únicos compostos naturais que contêm cobalto. A vitamina B12 e a cobalamina são sinônimos, são substâncias cristalinas, sem odor, de cor vermelha escura, sensíveis ao calor e á luz. No organismo, apresenta geralmente a forma de metilcobalamina. Nas mitocôndrias, ou centro das células, a cobalamina toma a forma de adenosilcobalamina (com metilcalonil-CoA mutase e leucina mutase), também denominada de cobabamida.

A vitamina B12 é produzida pelos micro-organismos na terra, em algumas algas e, em especial, no organismo de humanos e animais. Nos ruminantes, a vitamina é formada no rúmen, tornando o consumo exterior desnecessário. Outros herbívoros recolhem pequenas quantidades de vitamina B12 do solo. No caso dos humanos a vitamina B12 é produzida endógenamente por bactérias intestinais, no entanto, elas não estão passíveis de ser absorvidas pelo corpo. Esse fator torna o homem dependente da alimentação para preencher as necessidades de vitamina B12.


Presença: A vitamina B12 é produzida por microorganismos que vivem na terra e nos intestinos dos seres humanos e animais. Dessa forma ela existe em maior concentração em vísceras, carne, peixe, queijo, gemas de ovo e leite (ver tabela abaixo). Além disso pode também ser encontrada na superfície de frutas e vegetais. Infelizmente, essa opção não pode ser contemplada pelo ser humano pois estes alimentos precisam, por razões de higiene, ser lavados antes do consumo, perdendo assim essa possibilidade.

O ser humano também possui essas bactérias produtoras de vitamina B12 no seu intestino, mas essa vitamina também não pode ser aproveitada.


Causas de deficiência de vitamina B12


As principais causas da deficiência de vitamina B12 são as seguintes:

Transtornos, irritações, inflamações ou desordens da mucosa gástrica (diminuição das funções do FI) ou do intestino delgado, tal como gastrite, doença de Crohn, enterite crónica, diarreia crónica ou doenças do pâncreas. Nesses casos, a mucosa gástrica está desequilibrada e forma pouca quantidade da proteína de transporte, ou FI, ou pouco ácido no estômago. As funções de absorção da vitamina B12 são então limitadas ou mesmo, em determinados casos, impossíveis. O mesmo se aplica em uma perturbação ou inflamação do intestino delgado. Esses fatores podem reduzir significativamente a concentração de cobalamina no sangue. Pessoas com função gástrica diminuída e/ou mucosa duodenal inflamada podem, portanto, sofrer uma grave deficiência de vitamina B12, mesmo quando a consomem em quantidade suficiente na sua alimentação.

Consumo de álcool ou drogas: O uso de álcool ou drogas consome uma grande quantidade de vitamina B12 e tem impacto na mucosa gástrica e no fígado, o que se reflete na função do FI, piorando a absorção da vitamina no intestino.

Uma dieta alimentar com pouco conteúdo de vitamina B12. Se aplica, especialmente, no caso de vegetarianos e vegans.

Um aumento da exigência da vitamina B12 devido a situações específicas, em que as necessidades não são adequadamente cobertas. Em particular, no caso de “stress” crônico ou nitrosativo, em problemas provocados por sobrecargas, contato com metais pesados, toxinas, medicamentos ou traumatismos (por exemplo na coluna cervical).


Além desses, os seguintes fatores também são relevantes:

Parasitas. As ténias, em particular, “roubam” do organismo altas quantidades de vitamina B12. Enquanto esses parasitas não são eliminados é muito difícil equilibrar os níveis de vitamina B12.


Remoção parcial do estômago devido a intervenções cirúrgicas.


Idade. Muitas vezes, as funções das paredes do estômago tornam-se ineficazes na terceira idade. A deficiência de vitamina B12 é um motivo comum para a fadiga, perda de memória e humor depressivo das pessoas mais velhas. 


Medicamentos. Contraceptivos e preparações hormonais (inibidores da bomba de protões), medicamentos para diabetes (metformina), anti-hipertensivos (ECA), medicamentos para distúrbios do ritmo cardíaco (beta bloqueadores, sprays de nitratos, nitroglicerina), medicamentos para baixar o colesterol (estatinas) contendo estrogênio influenciam a absorção da vitamina B12.


Doenças. Doenças do fígado (problemas de armazenamento e transporte). 


É importante assinalar que os primeiros sinais de deficiência de vitamina B podem assemelhar-se aos sintomas de flutuações sanguíneas de hiperglicemia (nervosismo, desejos, problemas de concentração, agressividade, irritabilidade, alterações de humor repentinas e depressões refratárias). Curiosamente, os hidratos de carbono (isolados, de qualquer tipo), também são ricos em vitamina B necessária para o metabolismo de uma grande quantidade do açúcar. Além disso, elementos como o magnésio, crómio e zinco, assim como o magnésio mineral são consumidos por ele que, por sua vez, tem um efeito negativo indireto sobre as vitaminas do complexo B.



Sintomas e consequências da vitamina B12 baixa


A vitamina B12 é extremamente importante para a proteção das células nervosas. A vitamina B12 baixamanifesta-se em frequentemente em problemas do sistema nervoso, por exemplo, na desmielinização dos nervos na medula espinhal. Os sintomas são, geralmente:
Nervosismo


*Irritabilidade
*Desde dormência ou formigamento em várias partes do corpo, especialmente nas extremidades, até dores nos membros (pernas, braços ou mãos)
*Parestesia dolorosa nas extremidades (mãos, braços, pés, pernas)
*Fadiga
*Problemas neurológicos, como “burning”, língua vermelha e lisa
*Depressão

Existe a possibilidade de que sintomas mencionados não sejam, numa primeira abordagem, imediatamente associados a vitamina B12 baixa.

Fonte do artigo: Vitamina B12



Fontes naturais de vitamina B12

Fígado
Ostras
Carne
Peixes (Truta, Salmão, Atum, etc.)
Manteiga
Nori

A soja e seus derivados também possuem a cobalamina em sua constituição porém como um análogo inativo de vitamina B12 e portanto inapropriado a digestão humana. Plantas não sintetizam nem armazenam vitamina B12, sendo a principal fonte desta vitamina nos animais por síntese microbiana. A vitamina B12 apenas existe nos vegetais que possuem associação com bactérias que a produzam, o que é mais comum em criações orgânicas.[6]. Mesmo assim, a quantidade de B12 nessa plantas cultivadas de forma orgânica é insignificante para as necessidades humanas (possivelmente devido à alimentação não natural, não crudívora, o órgão que no ser humano exerce a síntese microbiana, a apêndice ileocecal, tenha perdido grande parte das suas funções).




Espero que tenham gostado da dica de hoje!

Irismar Oliveira

Bjs!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Alguns sinais de deficiência de cálcio no corpo.

16:57
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Sinais de deficiência de cálcio no corpo



Além das fraturas ósseas ou dos problemas dentais, a queda do cabelo, assim como a pele ressecada ou as unhas quebradiças, podem estar relacionados com o déficit de cálcio no organismo.

O cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano, presente em maiores quantidades nos ossos e nos dentes, ainda que também seja encontrado em quantidades significativas no sangue, nos neurônios e demais tecidos.



Estima-se que 70% do sistema ósseo é composto por este mineral que também desempenha um papel fundamental na saúde do sistema nervoso e das células de todo organismo.

Por desempenhar funções tão importantes para o corpo, não é de estranhar que sua carência possa causar patologias crônicas como a osteoporose, os problemas articulares e inclusive os cardiovasculares.

Para descobrir de forma oportuna essa deficiência e cálcio, basta considerar alguns sinais que o corpo envia por meio dos sintomas que parecem não ter nenhum tipo de relação com os ossos mas que, sem dúvidas, ocorrem pela ausência do mineral.

Quando as câimbras aparecem com frequência e depois de realizar os movimentos cotidianos pode ser um indício da falta de cálcio nos ossos. Se a dor aparecer nas coxas, panturrilhas e braços, considere aumentar o consumo deste mineral em sua dieta. A insônia ou as interrupções do sono constantes estão indicando que o organismo precisa de um pouco mais desse nutriente.







Para participar na regeneração celular, o cálcio desempenha um papel importante na restauração da pele e das unhas. O ressecamento, a queda e a fragilidade no cabelo, são provas suficientes para considerar que há deficiência de nutrientes importantes no corpo.

Se depois de ler isso você considerar que tem deficiência de cálcio não esqueça de acrescentá-lo na sua dieta.

Autora do artigo : Sandra C. Marasca Martini
(Farmacêutica Bioquímica, Especialista em Saúde Coletiva)
Fonte do artigo: Mais Natural



Espero que tenham gostado da dica

Irismar Oliveira
bjs!!


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Micronutrientes que a mulher precisa na menopausa.

10:05
menopausa
imagem google


Os 4 micronutrientes que toda mulher na menopausa precisa


A menopausa é uma fase completamente diferente de tudo que uma mulher já passou na vida. As alterações metabólicas – que são uma consequência da queda da produção dos hormônios femininos – podem modificar completamente a maneira que seu organismo reage a várias situações corriqueiras.




Para driblar os sintomas desconfortáveis dessa fase, muitas mulheres optam pela realização do tratamento de reposição hormonal, que ajuda a equilibrar o metabolismo corporal recém alterado. Entretanto, além do tratamento hormonal, alguns cuidados com a alimentação podem devolver qualidade de vida e bem-estar a essas mesmas mulheres.

Confira, neste artigo, uma lista de micronutrientes que toda mulher na menopausa precisa ficar atenta!

Ferro: mineral indispensável para qualquer pessoa


O ferro é um dos minerais mais importantes para a manutenção da saúde no organismo humano. Sem ele é impossível formar as células sanguíneas, responsáveis por transportar o oxigênio que respiramos para diferentes partes do corpo.

Na mulher na menopausa, devido a alguns desconfortos gastrointestinais e até mesmo alterações metabólicas, o ferro pode ter uma queda importante no organismo, podendo prejudicar a qualidade da sua saúde e até mesmo da sua aparência.

Para garantir a ingestão de ferro, basta aumentar o consumo de alimentos de origem animal, assim como de vegetais verde escuros e frutas cítricas, que favorecem sua absorção.


Cálcio: nutriente que demanda atenção da mulher na menopausa


O cálcio é, provavelmente, um dos nutrientes mais prejudicados no organismo da mulher na menopausa. Afirmamos isso porque sua absorção pode mudar completamente após a chegada dessa fase da vida da mulher, podendo acelerar o desenvolvimento de doenças como a osteoporose, prejudicando a qualidade de vida dessas pacientes.

Muitos médicos recomendam a suplementação de cálcio na menopausa, mesmo para aquelas mulheres que iniciaram um tratamento hormonal, entretanto, a ingestão de alimentos fonte desse nutriente – como laticínios e vegetais de coloração verde escura – também não devem ser deixados de lado.


Vitamina D: sem ela a ingestão de cálcio é prejudicada

Junto com o cálcio, outro nutriente que apresenta sua absorção comprometida na mulher na menopausa é a vitamina D. Essa vitamina é a principal responsável pela fixação do cálcio nas estruturas ósseas do nosso organismo e, portanto, é essencial para minimizar os riscos de osteoporose nessas pacientes.

O grande desafio relacionado a essa vitamina, entretanto, é que nossa alimentação é naturalmente deficiente nesse nutriente, sendo necessário obedecer às recomendações de banho de sol feita por especialistas, assim como realizar uma possível suplementação para minimizar os desconfortos.


Vitamina C: ajuda a combater os antioxidantes

O envelhecimento dos nossos tecidos – especialmente nas mulheres na menopausa – é causado pela ação de compostos chamados de radicais livres. Esses radicais danificam as estruturas das células, deixando o aspecto sem brilho e de enrugamento do tecido atingido.

Para minimizar a ação desses compostos naturalmente formados pelo nosso organismo com o avanço da idade, recomenda-se aumentar a ingestão de nutrientes antioxidantes, como por exemplo, a vitamina C. Essa vitamina, encontrada em alimentos cítricos, pode evitar que esses compostos lesionem as células das pacientes em qualquer parte do corpo.

Ao garantir a ingestão de uma alimentação equilibrada, é provável que a mulher na menopausa consiga atingir suas necessidades diárias dessas vitaminas e minerais indispensáveis na sua dieta diária.

Fonte: Herborisa.com.br


Espero que tenham gostado da dica de hoje.

Irismar Oliveira
LIndo dia!!