quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Por que na menopausa há dor de cabeça frequente?




Muitas mulheres se perguntam porque acabam tendo mais dores de cabeça ao chegar na menopausa. A resposta é bem simples.

Devido à mudança hormonal provocada pelo fim da produção da progesterona e do estrogênio há uma série de mudanças no corpo, incluindo o aumento na frequência de dores de cabeça. Por isso as mulheres acabam sofrendo mais com esse problema de saúde nessa época, sendo esse um dos sintomas do climatério.



Dor de cabeça frequente, ou cefaleia é um dos problemas de saúde mais frequentes no mundo. É estimado que praticamente toda a população (95%) terá em algum momento de desconforto com esse tipo de dor.

Muitas vezes, a forma de tratamento usada é apenas o uso de analgésicos. Apesar de bastante eficientes, eles costumam causar uma série de problemas a longo prazo, sendo o mais conhecido deles alterações no fígado.

Uma boa alternativa para esse problema é o uso de alimentos naturais para aliviar a dor. Veja cinco frutas e legumes que ajudam a substituir analgésicos em casos de dor de cabeça frequente.

1. Cenoura

A cenoura é um ótimo legume para tratar a dor de cabeça frequente, bem como para preveni-la. Isso porque ela é rica em antioxidantes que ajudam a eliminar os radicais livres, que muitas vezes ingerimos na alimentação diária, principalmente as industrializadas. Esses radicais livres são responsáveis por boa parte das cefaleias, devido a produção de prostaglandina, uma substância inflamatória que, em excesso, causa as tão temidas dores.

2. Gengibre

O gengibre é um famoso alimento para curar a dor de cabeça frequente. Tal como a cenoura, ele é extremamente rico em substâncias antioxidantes que ajudam a evitar processos inflamatórios e, consequentemente, evita que a dor de cabeça apareça, bem como ajuda a eliminá-la quando ela já apareceu. Além disso, o gengibre é um excelente alimento termogênico e também auxilia bastante no tratamento de dores de garganta, gripes e resfriados.

3. Ervilha

A ervilha é uma leguminosa rica em vitaminas do complexo B (entre elas, em maior concentração, B2, B5 e B9). Sua falta no organismo pode acabar gerando dor de cabeça frequente, além de outros problemas como tontura, palidez, falta de ar e cansaço constante, bem como o aparecimento de outras doenças devido a falta de vitamina no organismo.

4. Frutas vermelhas

As frutas vermelhas de modo geral (morango, framboesa, amora, ameixa, cereja, entre outras) são muito ricas em substâncias antioxidantes e realizam o trabalho que já falamos ali em cima, tanto no combate quanto na prevenção da cefaleia.

5. Banana

A banana é outra importante aliada na prevenção da dor de cabeça frequente. Ela é rica em triptofano, um aminoácido essencial para o organismo. Ele é um dos grandes responsáveis pela produção de serotonina para o organismo que, caso esteja em quantidade abaixo do necessário, acaba causando dores de cabeça e enxaqueca.
Fonte do artigo Herborisa


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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Fatores que contribuem para uma velhice saudável!


Como ser um idoso elegante?




Por que certos idosos mantêm suas funções cognitivas bem e outros não? Por que muitos degeneram mais rápido? Estudos científicos têm mostrado que há fatores principais que colaboram com a longevidade e velhice com saúde. O professor de Neurologia e Neurociência da John Hopkins University, Baltimore, USA, aponta alguns deles, no “Brain in the News” da The Dana Foundation, Junho 2007, p. 3, além de outros que acrescento aqui e que em outros estudos demonstraram ser também fundamentais para uma velhice saudável:


Permanecer mentalmente ativo – boa e construtiva leitura, assistir palestras úteis, ser membro de algum grupo de estudos, etc.

Ser fisicamente ativo – praticar exercícios físicos freqüentes pelo menos 3 vezes por semana como caminhadas, ter alguma atividade em casa que exija atividade muscular, como jardinagem, usar escadas, andar a pé evitando usar veículos todo o tempo, natação, grupos de ginástica. Estas atividades devem ser regulares, e não algo só de fim de semana.

Manter um senso de envolvimento social – ao invés de ficar sentado assistindo TV o dia todo, todos os dias, a pessoa deve se envolver em atividades na sua igreja, família, centro comunitários, em trabalhos voluntários, e mesmo remunerado.

Ter atenção no controle dos fatores de risco para doenças do coração e do cérebro – isto se faz através da avaliação médica periódica na qual são verificados os valores do colesterol e açúcar (glicose), entre outros, procurando mantê-los em níveis normais. Isto significa uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, nozes, castanhas, e baixo teor de gordura de origem animal. Também se deve manter o controle da pressão arterial e do nível de glicose no sangue. Importante eliminar bebidas alcoólicas e fumo. Dormir antes das 22h e ingerir 2 litros de água pura por dia para hidratar o corpo e o cérebro e eliminar toxinas pelos rins.

Proteger e desenvolver relações afetivas com a família – curtir netos, bisnetos, aproximar-se ou reaproximar-se de filhos, evitando ficar queixando-se, não ter vergonha de pedir ajuda, mas evitando manipulá-los para ter companhia.

Desenvolver o lado pessoal espiritual – leituras espirituais, meditação, estudo da Bíblia, freqüência às reuniões na igreja da qual é membro. Compartilhar os benefícios espirituais recebidos com outras pessoas.


( Autor:  Dr. Cesar Vasconcellos de Souza) 



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quinta-feira, 28 de julho de 2016

A IMPORTÂNCIA DA DOSAGEM DA CREATININA E DA UREIA!


Creatinina e ureia são duas substâncias presentes na corrente sanguínea, que podem ser dosadas através de exames de sangue quando se pretende fazer uma avaliação da função dos rins.
Quando os rins do paciente começam a funcionar de forma inadequada e a sua capacidade de filtrar o sangue fica afetada, as concentrações de ureia e creatinina no sangue tendem a ser elevar. Quanto mais alta for a creatinina sanguínea, mais grave é a insuficiência renal.

O QUE É CREATININA?

Nossos músculos precisam de energia para exercer suas funções. O “combustível” que gera esta energia é uma proteína chamada creatina fosfato, sintetizada a partir das proteínas da nossa alimentação. A creatina fosfato é produzida no fígado e posteriormente armazenada nos músculos.
A nossa musculatura está permanentemente em atividade, mesmo quando estamos em repouso. Isto significa que estamos o tempo inteiro consumindo creatina fosfato. A creatinina é uma espécie de lixo metabólico resultante deste consumo constante. Após a sua geração, a creatinina é lançada na corrente sanguínea, sendo eliminada do corpo na urina, através dos rins.
Resumindo este ciclo:
– proteínas ingeridas na dieta »» produção de creatina fosfato pelo fígado »» consumo da creatina fosfato pelos músculos para geração de energia »» produção de creatinina »» eliminação da creatinina pelos rins.

MAS POR QUE A CREATININA SERVE PARA AVALIAR A FUNÇÃO DOS RINS?

A creatinina é uma substância inócua no sangue, sendo produzida e eliminada de forma constante pelo organismo. Se o paciente mantém sua massa muscular mais ou menos estável, mas apresenta um aumento dos níveis de creatinina sanguínea, isso é um forte sinal de que o seu processo de eliminação do corpo está comprometido, ou seja, os rins estão com algum problema para excretá-la.
Se os rins não estão conseguindo eliminar a creatinina produzida diariamente pelos músculos, eles provavelmente também estarão tendo problemas para eliminar diversas outras substâncias do nosso metabolismo, incluindo toxinas. Portanto, um aumento da concentração de creatinina no sangue é um sinal de insuficiência renal.
A ureia é outra substância produzida no fígado, também como resultado da metabolização de proteínas da alimentação. Assim como a creatinina, a ureia também é eliminada pelos rins. Elevações nos níveis sanguíneos de ureia são um sinal de mau funcionamento dos rins. Geralmente dosamos ambas as substâncias para avaliar a função dos rins, mas a creatinina é mais específica e confiável.

Inúmeras doenças podem levar à doença renal crônica, mas seis delas correspondem a grande parte dos casos:
– Hipertensão
– Diabetes 
– Rins policísticos 
– Glomerulonefrites 
– Infecções urinárias de repetição
– Cálculos renais de repetição 

QUAIS SÃO OS VALORES NORMAIS DE CREATININA?

Os níveis normais da creatinina variam entre 0,6 a 1,3 mg/dl. Porém, esses valores não são absolutos e devem ser interpretados pelo seu médico. Como a cretinina é produzida pelos músculos, pessoas musculosas apresentam taxas basais maiores. Um jovem esportista e musculoso pode apresentar até 1,4 mg/dl de creatinina sem ter doença renal, enquanto que uma senhora idosa e magra, com 1,2 mg/dl, pode ter rins doentes. Portanto, não se interpreta a creatinina como um valor absoluto. Deve-se levar em conta sexo, idade e peso do paciente. Em geral, porém, valores de creatinina acima de 1,5 ou 1,6 mg/dl são sinal de doença renal na imensa maioria dos casos.
Através do resultado da creatinina seu médico pode calcular a taxa de filtração renal (também chamada de clearance de creatinina), que é basicamente o volume de sangue filtrado pelo rim a cada minuto. Rins normais filtram até 180 litros de sangue por dia (aproximadamente 120 ml/min). Valores abaixo de 60 ml/min são indicativos de insuficiência renal crônica.

Fonte do Artigo EXAME DA CREATININA E UREIA

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Você sofre muito com as cólicas?



Atividade Física Reduz Dor da Cólica


Muitas mulheres sofrem mensalmente com as terríveis cólicas menstruais, aquela dor na região pélvica, antes ou durante o período menstrual. Também conhecida como dismenorreia, ela pode ser acompanhada de outros transtornos, como náuseas, dor de cabeça e indisposição. Alguns relatos afirmam que 60% a 80% das mulheres podem ser atingidas por esse problema. No entanto, desse número, 8% a 18% sentem um desconforto tão intenso que chegam a interromper suas atividades habituais.

A dismenorreia pode ter diferentes graus de intensidade de dor. Também pode estar presente tanto em situações onde não existem problemas físicos, quanto em casos onde realmente há presença de alguma doença, que deve ser investigada e tratada pelo médico ginecologista. Existem também outros fatores que podem ajudar no desencadeamento da dor, como por exemplo, o tamanho do útero, que quanto menor, maior a intensidade da dor.

Um dos grandes vilões da cólica são os maus hábitos alimentares e o sedentarismo. Estes fatores que podem agravar ainda mais a situação e a dor nessa fase.

A cólica normalmente pode ser tratada com o uso de antiinflamatórios não hormonais, anticoncepcionais orais, hormônios como a ocitocina, vitaminas e até agentes tocolíticos, usados para evitar um parto prematuro. Independente do tipo de medicamento usado, eles devem ser prescritos e analisados pelo médico ginecologista. No entanto, outra forma de tratamento da dismenorreia que vem sendo comprovada pela ciência envolve a prática de atividades físicas.

A prática de atividades físicas promove melhor funcionamento dos órgãos pélvicos e extrapélvicos, por adequar o metabolismo, o equilíbrio hidroeletrolítico, as condições hemodinâmicas e o fluxo sanguíneo, principalmente na região pélvica, o que contribui para reduzir significativamente a cólica menstrual. Além disso, a atividade física também pode promover efeito analgésico. Isso acontece por meio de mecanismos endógenos e de liberação de opióides, substâncias que agem aumentando o limiar da dor e diminuindo beneficamente a sua percepção.

Um estudo publicado na Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, com o objetivo de verificar a influência do nível de atividade física sobre a dismenorreia em mulheres jovens universitárias, com idade entre 18 e 26 anos, verificou que a prática regular de atividade física é eficaz na redução da dor decorrente de dismenorreia. Isso abriu espaço para opções de tratamento não medicamentoso. Outro estudo, porém ainda não publicado, aponta que exercícios físicos gerais e a prática de Pilates, realizados 2 vezes por semana em sessões de 50 minutos, pode, em 20 sessões, melhorar a qualidade de vida, diminuir a intensidade da dor e incapacidade, corroborando com a ideia de que a prática regular de exercícios físicos pode ajudar na dismenorreia de mulheres jovens.

Se você sofre muito com as cólicas, que tal começar hoje mesmo a prática de atividades físicas?
( Fonte do artigo: http://www.portalnatural.com.br/) 

terça-feira, 26 de julho de 2016

Cabelos bem cuidados e cheirosos!



Olá, minhas queridas amigas do Dicas Para Mulheres
Hoje quero compartilhar com vocês dois produtos
que resolvi comprar( resisti por certo muito tempo
essa marca)mas ao usar amei!

Desde que ouvi falar na marca TRESmmé,
só olhava com os olhos atravessados
pois meus cabelos são hiper,
ultra mega chatos, eles não
aceitam qualquer shampoo.

Não uso shampoos caros, 
por isso saio garimbando entre os 
populares algum que se ajuste
aos meus cabelos.

Esses dias eles estavam muito ressecados 
precisando de uma boa hidratação, fui ao salão deu uma 
melhorada, mas só do tipo de amo economizar, então pensei: 
Vou comprar uma mascara para hidratar com mais frequência os meus
cabelos, foi quando olhando os produtos me deparei com o DETOX 
e resolvi tentar e amei! 





Gente, simplesmente amei essa mascara de hidratação
 por dois belos motivos: Hidrata mesmo e o cheiro
que fica nos cabelos é tudo de bom.


Nota sobre o Detox: 
O Creme de Tratamento TRESemmé® Detox Capilar ajuda a cuidar das cutículas enfraquecidas e danificadas. Sua fórmula contém uma mistura de ingredientes botânicos, como chá verde e gengibre, conhecidos por suas propriedades antioxidantes, além de proteína do trigo. Não contém parabenos ou corantes¹. Para cabelos macios e suaves. Seguro para cabelos tingidos.


Através da compra do Detox capilar, voltei e comprei
o esse shampoo que também amei e 
os dois se ajustaram.



Como não vi no dia que fui comprar o shampoo, 
em breve sou adquirir o shampoo Detox também
e conto os efeitos dos dois juntinhos nos meu cabelos.



Beijos no coração

E cabelos bem cuidados
e cheirosos! 



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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Mais tranquilidade na Menopausa - Isoflavona





Olá queridas amigas!!

Estou um bom tempo sem portar no blog, mas hoje tirei um tempinho para deixar mais um dica. Desde que postei o artigo  Os benefícios da isoflavonas para as Mulheres!, várias pessoas tem perguntado o nome da marca da Isoflavona que eu uso, então, peguei a foto com o nome do fabricante para que você possam procurar nas suas cidades.

Esses dias fui comprar um frasco e a moça explicou que existem marcas mais concentrada, e essa é uma delas.  Então é bom saber com os vendedores nas casas de produtos naturais ou nas lojas virtuais antes de comprar a sua. 

Aqui em Fortaleza o frasco de 100 cápsulas custa R$ 45,00 com 20% de desconto saiu por R$ 36,00. 

Nas lojas virtuais achei o de 
50 cápsulas R$ 32,00 com desconto ficou R$ 16,49 
100 cápsulas com  R$ 44,99 com desconto R$ 43,64 

Não estou fazendo propaganda da marca, mas quero deixar meu depoimento de que esse produto é bom.   

Quem já está na menopausa comece a usar,  e as que não entraram usem também até como prevenção para esse período.  

Fica ai o que diz o fabricante....
Suplemento Alimentar. Composto de Gérmen de Soja, contém Isoflavona na sua fórmula natural, podendo auxiliar as mulheres no período da menopausa. Ajuda a diminuir as ondas de calor, os níveis de colesterol e fortalece o organismo.



Beijos... DEUS vós abençoe!


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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Alimentos que devem ser consumidos na menopausa.


Alimentação correta diminui efeitos da Menopausa

Nutrientes reforçam as funções cerebrais

Um processo biológico natural do organismo das mulheres, mas muito temido pelos sintomas. A conhecida menopausa pode apresentar diversos efeitos no dia-a-dia da mulher. Ondas de calor, suor noturno, irritabilidade, ansiedade, insônia, cansaço e diminuição da atenção e memória são alguns dos incômodos dessa fase em que a mulher deixa de produzir hormônios, entre os 45 e 55 anos. 

Portanto, a busca por solução ou, até mesmo, a diminuição dos sintomas passa a ser rotina do dia-a-dia das mulheres. Todavia, existe um aliado natural que pode ser bastante benéfico, os alimentos. Os grãos, os cereais integrais, as frutas e as hortaliças são excelentes fontes de nutrientes que podem auxiliar no tratamento da menopausa. 

A ingestão de alimentos ricos em vitamina E, C e D3, zinco, cálcio, ácido fólico, magnésio, selênio, carboidratos integrais, proteínas de alto valor biológico, substâncias fitoestrogeneas e fitonutrientes ameniza as causas decorrentes dos déficits hormonais, de estrógenos e progesterona. 

Nessa fase, principalmente, o consumo de frutas e castanha do Pará faz toda a diferença. A vitamina C das frutas cítricas torna-se necessária para a síntese de hormônios ovarianos. Já o selênio, da castanha do Pará, além de antioxidante, fortalece as funções cerebrais que durante a menopausa têm uma diminuição. "Uma alimentação adequada é muito importante no período de menopausa. Com o fim do período fértil, o organismo fica muito frágil e os alimentos agem suprindo as necessidades", ressalta a nutricionista Roseli Rossi, da clinica Equilíbrio Nutricional.

Outro fator que merece atenção é que a menopausa também está associada à osteoporose. Afinal, é o hormônio estrógeno que é o responsável pela conservação do cálcio nos ossos. Neste caso, a nutricionista Roseli dá a dica. "Alimentar-se de vegetais verdes e alimentos fortificados com cálcio é essencial para a garantia da saúde da massa óssea".

Para garantir um cardápio saudável que possa auxiliar no combate aos efeitos da menopausa, a nutricionista da clinica Equilíbrio Nutricional elaborou um quadro com dicas de alimentos:

Vitamina E: diminui as ondas de calor. 
Fontes: Sementes oleaginosas e óleos vegetais. 

Vitamina B6: importante para a formação de neurotransmissores (triptofano), melhora o bem estar. 
Fontes: cereais integrais, ovos e grãos. 

Vitamina C: necessária para síntese de hormônios ovarianos.
Fontes: Frutas cítricas. 

Ácido Fólico: ajuda a repor DNA e diminui o risco de câncer de mama. 
Fontes: vegetais verdes escuros. 

Magnésio: age no bom humor, no relaxamento muscular e na formação de neurotransmissores. 
Fontes: cereais integrais, grãos, beterraba e sementes oleaginosas.

Cálcio: essencial para garantir a massa óssea e contração muscular. Fontes:Vegetais verdes, leite e derivados. 

Vitamina D3: reforça o sistema imunológico, melhora a absorção de cálcio.
Fontes: óleos vegetais. 

Selênio: antioxidante e fortalece as funções cerebrais. 
Fonte: castanha do Pará. 

Ômega 3: melhora as funções cerebrais, impulsos nervosos, regula a ação insulínica - glicose, diminui colesterol ruim (LDL) e melhora a fluidez sanguinea. 
Fontes: linhaça e peixes de água fria. Substâncias fitoestrogenas: possuem ação similar ao hormônio estrógeno. 

Proteínas de alto valor biológico: para evitar o enfraquecimento e a diminuição dos músculos. 
Fontes: ovos, aves e carne bovina. 

Zinco: é necessário para síntese de hormônios, para melhorar as funções ovarianas e otimizar as funções estrogênicas. 
Fontes: Frutos do mar e peixes. 

Fonte do artigo: Minhavida.com.br




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