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terça-feira, 18 de julho de 2017

Saiba a causa principal das dores nas articulações

10:55
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Você sabia que a principal causa das dores articulares é a falta de minerais no corpo?

ATENÇÃO AOS SINAIS!
O início das dores articulares pode ter como característica apenas uma ou poucas articulações inchadas, quentes e dolorosas. Normalmente acompanhada de rigidez de movimentos.

"O problema principal é a DOR e a diminuição da função articular, ou seja, da mobilidade das juntas", segundo os médicos reumatólogos.

Contudo, também é fundamental ficar atento a outros sinais que podem indicar o quadro de artrite, tais como: cansaço, perda de peso, anemia, febre baixa e inflamações nas juntas, como mãos, punhos, cotovelos, pés, tornozelos, joelhos e quadril.




Um dos grandes problemas relacionados à artrite é que ela pode incapacitar o paciente, justamente porque LEVA A DESTRUIÇÃO DAS JUNTAS, O QUE OCASIONA A DEFORMIDADES E LIMITAÇÕES para o trabalho e para as demais atividades do dia a dia, até mesmo as mais simples e corriqueiras.

Mas não é preciso se desesperar, uma vez que o TRATAMENTO adequado quando realizado precocemente pode amenizar os sintomas e MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA de quem tem a doença, Garantindo Mais Bem-Estar.

Veja os ponto do corpo mais atingidos 

 Bio Mac

O CONTROLE DO PH CORPORAL É FUNDAMENTAL PARA A SUA SAÚDE


  • As Dores Articulares são doenças que se desenvolvem quando o organismo está ácido e a tendência do nosso corpo é justamente essa, principalmente por causa dos hábitos alimentares.
  • E é a acidez que desarranja toda a nossa fisiologia, nos deixando mais propensos a inúmeros problemas de saúde.
  • O uso diário do Biomac deixa o PH corporal ligeiramente alcalino, o que vai proporcionar um Ajuste Geral em sua fisiologia, acabando de vez com as Dores Articulares.
  • A absorção gástrica do BIOMAC não depende de pH estomacal, tornando-se assim a mais eficaz fonte de cálcio para pessoas com idade acima de 50 anos.




Dor Articular É Coisa Séria

Você Precisa Se Cuidar!



Você já deve saber que ter Dores nas Articulações é muito preocupante. Esse quadro pode evoluir para Artrite, Artrose, Reumatismo ou outras doenças que não tem cura. Então preste atenção nestas Dicas para aliviar os sintomas:


  • Melhorar a alimentação, evitando alimentos que pioram as inflamações;
  • Alcalinizar o PH do Seu Corpo;
  • Tomar sol para obter a vitamina D é uma prioridade, evite comprar a vitamina pronta;
  • O exercício físico é ótimo como parte do Tratamento;
  • Fortalecimento Muscular também é importante;
  • Preste atenção na sua postura;
  • Muito Cuidado com o uso de anti-inflamatórios e Analgésicos, os efeitos colaterais são terríveis;
  • Cuide do seu estado psicológico;

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O que é o BioMac? O BioMac não é remédio. Ele é um complemento alimentar natural que vai fornecer minerais orgânicos ao organismo, proporcionando um melhor funcionamento deste, tornando-o mais forte. Também capacita o próprio organismo em prevenir e combater várias doenças, ou situações adversas.


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O BIOMAC É UMA ALGA MARINHA 100% NATURAL E ORGÂNICA;

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Na compra do seu BioMac você leva o Manual da Qualidade de Vida. Nele você vai aprender 
  • Quais os Melhores Alimentos Para Ajudar Na Desinflamação do Seu Corpo
  • Lista dos Piores Alimentos Que Devem Ser Evitados de Qualquer Maneira
  • Cardápio Com Alimentos Anti-inflamatórios Para 2 Semanas
  • Exercícios Recomendados
  • Terapias Alternativas
  • Os Direitos de Quem Tem Artrite

Onde comprar o BioMac? O Bio Mac é vendido somente pelo site oficial Bio Mac. Você pode comprar pelo boleto ou parcela em até 12x no cartão. O frete é grátis.

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

A falta de desejo sexual na menopausa

16:54
Libido na menopausa


Como lidar com a falta de desejo sexual na menopausa


A falta de desejo sexual na menopausa afeta entre 20% e 40% das mulheres e, para além de apresentar sintomas físicos, também influencia a mulher em termos psicológicos e emocionais. A falta de libido também pode causar stress na própria relação a dois, bem como fazer a mulher sentir-se menos feminina, menos desejada. Embora este tipo de sentimento seja bastante comum na menopausa, a vida sexual pode e deve manter-se saudável e ativa.




 

Como se caracteriza a falta de desejo sexual na menopausa?


Como em praticamente todos os sintomas relativos à menopausa, também a falta de desejo sexual está ligada às alterações hormonais que afetam as mulheres menopáusicas. Entende-se por falta de desejo sexual uma diminuição ou perda de interesse no ato sexual, também conhecido como a falta de libido. É bastante comum uma mulher que atravessa a fase da menopausa sentir-se menos feminina e alienada da sua própria sexualidade, o que se manifesta através de uma redução drástica no desejo sexual e, em alguns casos, o desaparecimento total do mesmo.



O que leva à falta de desejo sexual na menopausa?

Devido ao desequilíbrio hormonal que desencadeia a menopausa, o corpo de uma mulher sofre inúmeras transformações físicas durante esta fase da sua vida e a libido ou desejo sexual também é afetado. A redução na produção das hormonas progesterona, testerona e estrogénio manifesta-se física, emocional e psicologicamente. Em termos físicos, o próprio órgão sexual feminino é drasticamente alterado: a falta de estrogénio contribui para uma zona vaginal mais seca, sensível e enfraquecida, verificando-se ainda a diminuição do tamanho do clítoris e do monte púbico, lábios vaginais mais finos e a perda de pelos púbicos.

A diminuição da produção de progesterona e testerona causam outros sintomas da menopausa – não necessariamente ligados ao órgão sexual feminino – mas que indiretamente podem também eles contribuir negativamente para o prazer e desejo sexual, caso da preocupação com o envelhecimento, depressão, stress, perda de autoestima, efeitos secundários causados pela toma de alguns medicamentos (por exemplo: antidepressivos, anti-histamínicos…), entre outros.


 


Quais são os principais sintomas da falta de desejo sexual na menopausa?

A falta de desejo sexual na menopausa manifesta-se principalmente através dos seguintes sintomas: desinteresse no ato sexual, frustração/irritação, dificuldade em sentir-se sexualmente excitada (mesmo quando estimulada), paredes vaginais mais frágeis, secura vaginal, dor/desconforto durante o ato sexual, incapacidade de atingir o orgasmo. Existem ainda outros sintomas característicos da menopausa que também podem contribuir para a falta de desejo sexual por parte da mulher, nomeadamente as dores de cabeça, fadiga, suores noturnos, alterações de humor e sensibilidade nos seios.



Como lidar com a falta de desejo sexual na menopausa?

  1. O sexo nunca deve ser encarado como uma obrigação, mas sempre um prazer – isto aplica-se a qualquer fase da vida da mulher, incluindo na menopausa. Existem várias formas de reverter a falta de desejo sexual e assim devolver o prazer e a intimidade à vida a dois:
  2. Seguir uma alimentação saudável, incorporando alimentos como peixe, ostras, carne vermelha, carne branca, fígado, verduras, feijão vermelho, trigo-sarraceno/trigo mouro, nozes, laticínios, miso/missô, tofu e produtos com soja na dieta diária.
  3. Aumentar a prática de exercício físico, que pode ser muito benéfico para elevar os níveis de energia e, consequentemente, o desejo sexual.
  4. Incorporar técnicas de relaxamento na rotina diária (ex: pilates, meditação, massagens, alongamentos…).
  5. Fazer exercícios de Kegel para fortalecer os músculos pélvicos/zona vaginal.
  6. Experimentar novas (e mais cómodas) posições sexuais.
  7. Utilizar lubrificantes durante as relações sexuais.
  8. Investir mais tempo nos preliminares.


A terapia hormonal de substituição é o tratamento mais utilizado na menopausa e pode ter efeitos positivos no combate à falta de libido. Converse com o seu médico sobre esta e outras dúvidas.

Manter as linhas de comunicação com o parceiro abertas e honestas, para que ninguém se sinta excluído e/ou culpado daquilo que o outro está a sentir.





terça-feira, 27 de junho de 2017

Qual é a diferença entre menopausa e climatério?

12:00
Menopausa e climatério

Afinal qual é a diferença?

Confundir menopausa com climatério é muito comum. Afinal, são dois termos “irmãos”, que se referem à mesma fase da vida da mulher, mas servem para designar momentos diferentes desse processo.

Segundo o ginecologista e obstetra Luciano de Melo Pompei, diretor-secretário da Comissão de Climatério da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a menopausa é a última menstruação, que geralmente ocorre por volta dos 50 anos. Com a chegada da menopausa, a mulher já não pode mais engravidar de forma natural – é o fim de seu tempo reprodutivo.

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Já o climatério é o conjunto de sintomas que surgem antes e depois da menopausa, causados, principalmente, pelas variações hormonais típicas desse período, e que podem ocasionar uma série de flutuações no ciclo menstrual. Nessa fase de transição, é comum que as menstruações fiquem mais espaçadas. Por isso, a menopausa só é “diagnosticada” após a mulher passar pelo menos 12 meses sem menstruar.

Apesar de ser mais comum perto dos 50 anos, é normal que a menopausa ocorra um pouco mais cedo, aos 40. Antes disso, diz o médico, é precoce. E quando ela ocorre bem depois dos 50 anos, é considerada tardia.





Características do climatério incluem baixa produção de hormônios

Com o fim da menstruação, há uma diminuição na produção dos hormônios sexuais femininos, o que pode resultar em uma série de mudanças no corpo da mulher, sentidas a curto, médio e longo prazos.

No curto prazo, diz o especialista, a aproximação e a chegada da menopausa podem causar calor, alteração no humor – com possíveis episódios de irritação e depressão -, tontura, dor de cabeça e baixa libido. A médio prazo, além da diminuição do desejo sexual, pode ocorrer também atrofia urogenital, com o afinamento e o ressecamento da mucosa que reveste a vagina, causando, em muitos casos, dor durante o sexo.


 

A longo prazo, pode haver uma maior propensão não só à osteoporose, mas também a doenças cardiovasculares, pois um dos hormônios sexuais femininos, o estrogênio, protege o coração e os vasos sanguíneos das mulheres. Com a produção deste hormônio em queda, essa proteção natural diminui.

Pompei esclarece ainda que o climatério é um fenômeno natural, que ocorre com todas as mulheres. E que a maior parte delas, cerca de 80%, apresenta sintomas em menor ou maior intensidade.

Consequências do climatério devem ser tratadas caso a caso

Por essa razão, é importante ressaltar que cada paciente deve ser avaliada individualmente. Não há um tratamento único para as possíveis consequências do climatério, pois as reações à baixa hormonal variam. A atenção individual é necessária não apenas para determinar o tratamento melhor e mais seguro, mas ainda para verificar sua aceitação.



O ginecologista explica que a reposição hormonal é o tratamento mais utilizado. Entretanto, é necessário avaliar se não existem contraindicações, como histórico de câncer de mama e de endométrio. Ou, ainda, uma limitação relativa, como a trombose.

Para esses casos, afirma Pompei, existem outros tratamentos eficazes sem a utilização de hormônio.

Outra opção é o tratamento com fito-hormônios, que são de origem vegetal e têm composição parecida com a das substâncias produzidas pelo organismo. No entanto, apesar de terem ação similar, eles são, geralmente, menos potentes, e também apresentam contraindicações e efeitos colaterais. Por isso, só o médico pode prescrevê-los, alerta o especialista.

Hábitos saudáveis podem amenizar climatério

Segundo o ginecologista, pesquisas indicam que um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, exercícios regulares e lazer, pode aliviar os sintomas do climatério – que além de serem causados pelas variações hormonais, também são fortemente influenciados pelo nível de estresse.

Uma providência que a mulher deve tomar o quanto antes é evitar o tabagismo. O hábito, além de causar uma série de doenças cardiorrespiratórias e câncer, pode antecipar a ocorrência da menopausa em um a dois anos.



 



A atividade física e a ingestão de alimentos ricos em cálcio ajudam a mulher a alcançar um maior pico de massa óssea na juventude, o que pode funcionar como uma espécie de reserva para minimizar a osteoporose. O desenvolvimento e o agravamento da doença, que causa perda gradual de massa óssea, aumentando o risco de fraturas, podem acontecer em decorrência da menopausa.

Porém, ressalta Pompei, é fundamental que haja um acompanhamento médico global, pois além da parada na produção de certos hormônios, existem outros fatores que levam ao surgimento do problema.

Segundo o especialista, a idade e a herança genética também influenciam. Aliás, a osteoporose deve-se em cerca de 60% ao aspecto genético.

(Fonte: Manual de atenção à mulher no climatério/menopausa: portal.saude.gov.br/)